Oi pessoal.
Sexta feira (30/09) agitada. Último dia do mês, fechamento de trimentre e comemoração do Dia do Vendedor no Giovanetti V. Muita correria e muita agitação.
Mas o que eu mais quero falar hoje, é sobre o assunto na mídia: Rafinha Bastos. (CQC da Band).
O negocio está pegando para ele.
Sem dúvida achei que o cara pegou pesado realmente. Não precisava apelar daquela maneira, mas o que tem de gente agora pedindo censura prévia, policiamento social da mídia não está no gibi.
Muito bem, mas onde fica o lado ideológico? Onde fica o direito de expressão, opinião. Não sou jornalista, mas, se eu me expressar por exemplo:
- Que "não gosto das cotas para negros nas Universidades", serei taxado de racista;
- Que "sou contra a União Estável para homoafetivos", serei taxado de homofóbico;
- Que "não gosto do Executivo Municipal de Campinas e da maioria do seu secretariado", serei taxado de direita Golpista;
- Ou então, que "sou a favor das cotas para negros nas Universidades" serei também taxado de Esquerda Radical;
- Ou ainda, que "sou a favor da União Estável para homoafetivos" serei taxado de libertário da causa Gay;
- E por fim, que "adoro o Executivo Municipal de Campinas e a maioria de seu secretariado" serei taxado de a favor da corrupção da esquerda deste país.
Perco meu emprego, mudo de país!
Sinceramente, acho que a sociedade está melindrada demais, quem fala o que quer, pode ouvir o que não quiser, que o ofendido procure os Tribunais para reclamar seu direito.
Qualquer tentativa de censura, moderação ou mordaça, atropela o Estado Democrático de Direito. Você é responsável pelo que escreve, diz e pensa.
Que o Rafinha Bastos responda nos Tribunais pelos seus atos.
Até !
1 comentários:
Dá saudade do tempo que não precisavamos ter cuidado de chamar o Saci de afro-descendente portador de necessidades especiais.
Beijão
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