terça-feira, 4 de outubro de 2011

Rafinha Bastos e os Bastiões da Moralidade

Oi pessoal.

Sexta feira (30/09) agitada. Último dia do mês, fechamento de trimentre e comemoração do Dia do Vendedor no Giovanetti V. Muita correria e muita agitação.

Mas o que eu mais quero falar hoje, é sobre o assunto na mídia: Rafinha Bastos. (CQC da Band).
O negocio está pegando para ele.

Sem dúvida achei que o cara pegou pesado realmente. Não precisava apelar daquela maneira, mas o que tem de gente agora pedindo censura prévia, policiamento social da mídia não está no gibi.

Muito bem, mas onde fica o lado ideológico? Onde fica o direito de expressão, opinião. Não sou jornalista, mas, se eu me expressar por exemplo:

 - Que "não gosto das cotas para negros nas Universidades", serei taxado de racista;
 - Que "sou contra a União Estável para homoafetivos", serei taxado de homofóbico;
 - Que "não gosto do Executivo Municipal de Campinas e da maioria do seu secretariado", serei taxado de direita Golpista;

 - Ou então, que "sou a favor das cotas para negros nas Universidades" serei também taxado de Esquerda Radical;
 - Ou ainda, que "sou a favor da União Estável para homoafetivos" serei taxado de libertário da causa Gay;
 - E por fim, que "adoro o Executivo Municipal de Campinas e a maioria de seu secretariado" serei taxado de a favor da corrupção da esquerda deste país.


Perco meu emprego, mudo de país!

Sinceramente, acho que a sociedade está melindrada demais, quem fala o que quer, pode ouvir o que não quiser, que o ofendido procure os Tribunais para reclamar seu direito.

Qualquer tentativa de censura, moderação ou mordaça, atropela o Estado Democrático de Direito. Você é responsável pelo que escreve, diz e pensa.

Que o Rafinha Bastos responda nos Tribunais pelos seus atos.

Até !

1 comentários:

Claudia disse...

Dá saudade do tempo que não precisavamos ter cuidado de chamar o Saci de afro-descendente portador de necessidades especiais.
Beijão